Células robotizadas
Estações de solda, montagem e paletização projetadas para o seu produto, não adaptadas de um catálogo genérico.

Automatizar não é substituir pessoas por máquinas. É entregar às pessoas o trabalho que só elas fazem bem, e deixar o resto para o braço mecânico.
TyQavern — princípio de projeto
Trabalhamos em frentes que se somam. Um cliente pode começar por uma célula isolada e, meses depois, ter a operação inteira orquestrada pelo mesmo sistema.
Estações de solda, montagem e paletização projetadas para o seu produto, não adaptadas de um catálogo genérico.
Inspeção por câmera que separa peça boa de peça ruim antes que ela avance na linha. Registro de cada leitura.
Veículos autônomos movendo material entre setores, com rotas que se ajustam ao volume do turno.
Equipamento antigo ganhando controle novo. Menos parada, mais dado, sem trocar tudo de uma vez.
Painéis que mostram o que a linha está fazendo agora e o que fez ontem. Decisão com número, não com achismo.
Equipe técnica que atende a planta física em São Paulo e região, com plano de resposta acordado em contrato.
Uma fábrica de embalagens no interior paulista fechava turno com caixas empilhadas à mão. O gargalo não era falta de gente — era o desgaste físico que crescia ao longo do dia.
Integramos um robô articulado a uma esteira já existente, com visão para conferir o palete montado. A operação manteve a mesma equipe, agora dedicada à conferência e ao ajuste de máquina.
Vamos até a planta, medimos o processo real e escutamos quem opera. O projeto começa no chão, não no slide.
Reproduzimos a célula em ambiente virtual. Erro de layout se corrige na tela, antes de custar hora de máquina.
Montagem, programação e testes com a equipe da fábrica presente. Ninguém recebe um sistema que não sabe operar.
Depois da entrega, seguimos lendo os dados da linha e ajustando o que a operação do dia a dia revela.
Reduzimos o tempo de troca de ferramenta de 40 para 15 minutos por lote. O que impressionou foi o acompanhamento depois da entrega, não só a instalação.
Fizemos retrofit em duas prensas antigas em vez de comprar novas. A equipe explicou cada decisão em linguagem que a manutenção da fábrica entende.
O painel de dados mudou nossas reuniões de turno. Discutimos número de peça e parada real, não impressão. Contrato de suporte com prazo claro.
Depoimentos ilustrativos — placeholder até publicação com autorização dos clientes.
A base técnica fica em São Paulo e o atendimento presencial cobre a capital e o interior do estado. Para plantas em outras regiões, avaliamos o projeto caso a caso e definimos a logística de campo antes de qualquer proposta.
Nem sempre. Boa parte das integrações acontece em finais de semana ou em janelas de parada já previstas no calendário da fábrica. No diagnóstico, mapeamos junto com a operação a forma de instalar com o menor impacto possível.
Uma equipe interna faz sentido quando há demanda constante de automação todos os meses. O estúdio faz sentido para projetos definidos, com escopo e prazo, sem o custo fixo de uma área permanente. Muitos clientes combinam os dois: nós entregamos o sistema e a equipe interna assume a rotina.
Não. Uma parte relevante do que fazemos é retrofit: dar controle e leitura de dados a equipamentos que a fábrica já tem. Trocar tudo raramente é a decisão mais sensata.
Depende do escopo. Uma célula isolada costuma ir do diagnóstico à operação em algumas semanas. Uma linha completa é medida em meses. No fim do diagnóstico você recebe um cronograma com datas, não uma estimativa vaga.
A equipe da própria fábrica. Fazemos os testes com os operadores presentes e deixamos documentação de operação. O acompanhamento continua pelo contrato de suporte, mas o controle do dia a dia fica com quem está na planta.
Conte o que trava a sua operação hoje. Respondemos com uma leitura honesta do que dá para automatizar e do que ainda não vale a pena.